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2019

Rita Ribeiro

Eu faço e dou-me muitíssimo bem!
A minha qualidade de vida e o meu bem estar subiu!
Equipe 5 estrelas
Bons profissionais de uma enorme simpatia!
Muito grata.

2018

Sandra R.

A nossa filha, era uma bebé saudável, aos 17 meses de idade começou a frequentar o infantário e foram surgindo febres, constipações, otites e infeções na garganta, situações consideradas normais no percurso de um bebé.
Depois as infeções foram aumentando, e aos dois anos de idade o pediatra aconselho-me a levá-la a um especialista otorrinolaringologista pois, era frequente as pausas de respiração durante o sono. Foi operada às adenoides ainda não tinha três anos e correu tudo muito bem.
Todos os anos, fazia as suas consultas normais de pediatria e análises e estava tudo perfeitamente normalmente.
Aos 14 anos de idade, começa com umas queixas de dores na cabeça e um grande cansaço físico, principalmente, quando fazia educação física e estava com o período. Nós pais, pensávamos que, como tinha sido menstruada há relativamente pouco tempo poderia ter alguma relação, mas mesmo assim decidimos marcar uma consulta de pediatra e uma de ginecologia. Contudo, nessa mesma semana, e como se aproximava o fim de semana decidimos ir á praia. Chegámos, estava tudo normal, mas passado algumas horas começou a sentir-se indisposta e com muitas dores de cabeça; no dia seguinte, acorda com o lado esquerdo do corpo sem mexer e cheia de dores nos ossos e na face na zona das maças do rosto e orelhas muito vermelhas parecia “queimaduras” e nós sempre tomámos muito cuidado com o sol, usávamos sempre muita proteção, achamos muito estranho, depois é que soubemos que era o chamado efeito “borboleta”.

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